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Continuum. Prólogo. O Homem, quando confrontado com as trevas, sempre se quis ver iluminado e iluminar o que
o rodeava. O domínio do fogo foi o primeiro passo dado. A partir daí a luminosidade da sagacidade humana encar-
regou-se de revelar as mais diversas formas de resolver a demanda pela luz terrena – a que substituía o Sol quando
este desaparecia para além do horizonte. O fogo, na vela, na candeia, foi fonte de luz. A lâmpada, incandescência
que substituiu o fogo. O ecrã de televisão matiza nas mais resplandecentes intensidades de luz uma sala vazia. O
salto tecnológico dado é de tal ordem que o acto de acender um fósforo, nos dias de hoje, é de uma banalidade que
chega a ser quase impossível perceber a idolatria que os nossos antepassados prestavam a tão luminoso elemento
– o fogo.
O Homem dominou os elementos e criou luz. Os fotões chegam-nos de cada vez mais perto, pois as novas fontes de luz, que nos rodeiam no dia-a-dia, estão espalhadas por todo e qualquer lugar onde haja sinal de humanidade. Os cerca de oito minutos que a luz do Sol demora a chegar ao nosso planeta são substituídos por fracções de segundo, na imanência destas novas luminescências. O tempo e o espaço prestaram-se à eficiência humana. Comprova-se então que sem observador não há luz – a sua existência é inseparável dos fenómenos que racionalmente interpreta, ao ver o reflexo da luz na superfície iluminada. O eidos – a imagem – na sua presença contínua aos nossos olhos, tornou-se protagonista. Imagem e imaginação abraçaram-se para toda a eternidade.
Continuum. Acto 1. Em Continuum é-nos dada a possibilidade de vermos e sermos vistos por algo de tangente pri-
mordial. A luz primeira, o fogo, ilumina-nos através de um filtro tecnológico, a luz electrónica que emana de um ecrã.
Os fotões gerados pelo fogo foram absorvidos por circuitos electrónicos e outros fotões os mimetizam, provenientes
de uma outra fonte, electrónica, e a luz chega até nós. Mas os fotões que os nossos olhos aparentemente absorvem
são os primeiros, pois o que está latente é uma chama acesa. É nesta ilusão que Continuum vai pedir aos elementos
primordiais a luz, para depois a enviar até nós por circuitos integrados. A luz electrónica substitui a luz primordial.
A matéria terrena, transformada, manipulada, manufacturada, materializou-se num ecrã, fruto do génio humano – prolífico na tele-visão, imaginar para depois executar. É neste ecrã que Continuum faz tela. A amálgama das mais diversas matérias-primas é fonte de luz. A tela brilha (à velocidade da luz). Da luminescência do ecrã emana uma imagem, não estática, mas em movimento. Que se renova ao pulsar maquinal de cada pixel. Rodeia este ecrã a mais absoluta penumbra, que absorve, sem reflectir, todo e qualquer fotão que nela se entranha.
Continuum. Acto 2. A génese do momento de Continuum teve lugar com a ignição. O criador acendeu este univer-
so. O momento que nos é apresentado está entre a criação e um outro momento que se lhe seguirá. É um respirar
fundo antes da inevitável extinção da energia vital. Somos convidados a participar no preciso momento entre a
criação – a ignição – e o caminho inexorável para a extinção da luz, pelo carácter finito da sua fonte primeira (maté-
ria combustível e oxigénio). O passado, o presente e o futuro insinuam-se numa dança plena de sensualidade, onde
o que veio antes se apresenta como o que virá depois, não sem antes se ter dado a ver como o que seria agora. O
rodopio é incessante, pois esta pausa de Continuum é rica a gerar significados.
Esta pausa, previsivelmente silenciosa, ganhou ecos. Ecos que soaram a ecos, que invocaram outros ecos. E de tantos ecos se forma este mundo, que poucos ecos têm noção do que ecoam. Mas ecoam energeticamente, como se no momento seguinte um último eco ecoasse por fim. Continuum tem este condão, de invocar sons que soam sem soar, mas que inspiram ecos a soar o que lhes vai na essência ecoar. Continuum. Acto 3. A velocidade invocada por Continuum é a velocidade da luz. O homem sempre ousou ser mais
veloz. Desde a invenção da roda, o intervalo de espaço percorrido no mesmo tempo foi diminuindo significativa-
mente até se tornar, na actualidade, singularmente pequeno – o tempo controla o espaço. A velocidade gerada em
Continuum é tamanha que provoca uma inversão sublime e paradoxal da relação de forças entre o espaço e o tem-
po. O tempo foi parado.
A chama que arde, neste preciso momento do tempo, ilumina o espaço, que ao ser iluminado se expande freneti-camente, devorando caminho com sofreguidão, pois a qualquer momento o criador deste universo pode libertar o tempo, invocando a velocidade da libertação. E o momento do tempo, em pausa, exclama o que julga ser a eminente libertação do momento que se lhe seguirá, sem no entanto ter evidente o tempo que isso demorará. O conflito é latente, por insinuação.
Continuum. Epílogo. A luz electrónica, verdadeira fonte causal de Continuum, revela-se aos nossos olhos. A chama
arde, de facto, mas não consome. A luz que dela emana preenche o espaço envolvente, que se vai expandindo até ao
infinito. Ruben Verdadeiro, ilusionista deste momento, partilha connosco a quietude que encontrou na continuidade
de uma pausa, dando-lhe vida através de um novo paradigma da imagem – a luz que emana, plena de significados,
de uma tela electrónica. Estaremos perante a evidência de um quinto elemento?

Source: http://www.plumba.info/prev/rubenverdadeiro/rubenverdadeiro/continuum1_text.pdf

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